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Após a eliminação do Nacional da
Série D do Campeonato Brasileiro, o ex-técnico do time, Aderbal Lana, abriu o
jogo e disparou contra a diretoria do Nacional.
Lana criticou o diretor Gilson
Mota de tentar interferir na escalação do time, além de chamá-lo de
“fofoqueiro”. Segundo Lana, o dirigente fica de leva e traz para o presidente
do clube, Mário Cortez, e para o governador do Estado, Omar Aziz, no intuito de
subir na diretoria.
Além de Gilson Mota, que Lana
afirma ser seu desafeto, criticou outros membros da diretoria que, segundo o
ex-técnico, tentavam interferir na escalação, colocando na equipe titular
jogadores que os “agradavam”, apesar de ele nunca ter cedido a este tipo de
pressão. Lana citou, como exemplo, o caso do volante Roberto Dinamite. Segundo
ele, o presidente Mário Cortez o chamou para perguntar por que ele não escalava
o jogador Lídio no lugar de Dinamite. Ao ser demitido, o técnico Léo Goiano,
seu sucessor, retirou Dinamite da equipe, colocando Lídio como titular. Lana
criticou, também, o fato de Léo Goiano ter sacado o atacante Leonardo e o meia
Danilo Rios do time.
Outro ponto que recebeu críticas
do ex-treinador foram as novas contratações feitas pelo clube. Lana disse que
essas contratações foram feitas para beneficiar pessoas que trabalham no clube,
e que esses jogadores foram colocados como titulares para atender a interesses
pessoais.
Lana também disse que, após
tentativas frustradas de negociação, está levando o Nacional à Justiça na
tentativa de receber seus direitos, ao mesmo tempo em que prepara sua volta a
Minas Gerais.
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