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A FAF –
Federação Amazonense de Futebol inicia o Campeonato Estadual com trapalhadas. A
principal delas é a questão dos estádios.
Tudo bem
que as opções são restritas. Manaus não possui estádios para jogos, exceto o do
SESI e, agora, o da Ulbra. Colina e Carlos Zamith, que serão campos de
treinamento durante a Copa, ainda não foram entregues e a Arena da Amazônia
(que não deverá ser utilizada para o Estadual, exceto para a final), ainda está
em fase de conclusão. Porém, isso não justifica as constantes mudanças dos
locais dos jogos realizadas pela FAF.
O jogo
entre os “Nacionais”, por exemplo, virou uma novela. A princípio, o jogo seria
realizado no interior. Às vésperas do Estadual, a FAF remarcou o jogo para o
estádio da Ulbra, que já teria condições de receber jogos. Quando toda a
logística foi organizada para que o jogo fosse realizado na Ulbra, a FAF
remarca o jogo para o estádio de Rio Preto da Eva. Clubes, arbitragem,
policiamento e torcedores ficam sem saber para onde ir.
Tudo isso
porque a FAF marcou o jogo para o estádio da Ulbra à revelia, sem consultar a
instituição se poderia utilizar o campo para o jogo entre os “Naças”. Só depois
a Federação Amazonense ficou sabendo que, no dia do jogo, haverá um concurso
federal e o campo não poderá ser utilizado, uma vez que apenas as pessoas
envolvidas no concurso – fiscais, candidatos etc. – terão acesso às instalações
da instituição.
Se a FAF
pretende, como afirmam seus dirigentes, melhorar o nível do futebol amazonense,
deveria, no mínimo, não atrapalhar as equipes e confundir seus torcedores.
Diante de tantas mudanças, muitos torcedores que poderiam ir ao jogo acabam
desistindo para não correr o risco de dar de cara com um estádio vazio.
Os times
têm se preparado, têm feito boas contratações e estão elevando o nível do nosso
futebol. Bem ou mal, os clubes estão agindo de forma mais profissional.
Quando
será que a FAF irá começar a fazer o mesmo?