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O jogo
pareceu treinamento de ataque contra defesa. O Nacional dominou os dois tempos,
o goleiro Jairo praticamente assistiu ao jogo, mas a equipe afunilou –
principalmente no primeiro tempo –, perdeu gols e não conseguia abrir o placar
contra o Plácido de Castro. O Plácido ficou esperando o Nacional para tentar
sair nos contra-ataques. O Nacional, contudo, controlou a partida e manteve o
Plácido acuado no seu campo, mas o controle e a maior posse de bola do Nacional
não foi bem aproveitada. O time tentou muitas jogadas pelo meio, em vez de
abrir o jogo pelas pontas. Chapinha, o cérebro da equipe, recebeu uma marcação
especial. Éder não apareceu e Fabiano ficou parado no ataque, esperando receber
bolas. A proposta defensiva do Plácido saiu vitoriosa no primeiro tempo.
O 2º tempo
não começou diferente. O Plácido continuava fechado e o Nacional procurava o
jogo, mas continuava desperdiçando as poucas chances de gol que criava. Em dois
descuidos do Nacional, o Plácido teve duas chances para marcar: em uma, a bola
foi chutada para fora; em outra, o goleiro Jairo salvou com o pé.
O técnico
Francisco Diá fez alterações na equipe. Tirou o lateral-direito Daylson e
colocou Amaral; tirou Fabiano e colocou João Douglas.
Aos 37,
quando o Plácido parecia já esperar os pênaltis, as mudanças de Diá fizeram
efeito. Amaral fez boa jogada pela direita e a bola chegou em João Douglas, que
chutou forte para fazer o gol do Nacional.
Após levar
o gol, o Plácido saiu para o jogo para tentar o gol de empate que o
classificaria. O Nacional, inteligentemente, prendia a bola no ataque,
esperando o jogo acabar.
Apesar do
resultado magro, o Nacional saiu com a vitória e a classificação para enfrentar
o Remo ou o Paragominas, ambos do Pará, na próxima fase. Mas o time precisa melhorar, principalmente as finalizações, para continuar avançando na competição.
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