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Após a
eliminação do Princesa do Solimões para o Paysandu, o Nacional era a única
chance do futebol amazonense de se manter na Copa Verde. O time havia
conseguido um excelente resultado ao empatar em Belém por 1X1. Empate por 0X0
ou uma vitória simples classificariam o Nacional.
Mas,
quando o jogo começou, o que se viu foi um Remo mais organizado e bem postado
em campo. O Nacional tentava se impor, mas o Remo anulava os ataques do Leão da
Vila. Ainda no primeiro tempo, o Nacional mostrou a sua fragilidade: a bola
parada. Em um escanteio, a marcação ficou apenas olhando o zagueiro remista
entrar na área e cabecear livre de marcação, sem chance para o goleiro Jairo. O
segundo gol do Remo, no segundo tempo, foi uma repetição do primeiro. O gol
também surgiu de uma bola parada, quando a zaga do Nacional ficou apenas
observando o mesmo zagueiro entrar livre e fazer o segundo gol. O Remo
conseguiu seu gol quando o Nacional estava pressionando pelo empate e estava
melhor na partida.
Com o
resultado, o Remo se encolheu e deixou o Nacional dominar a partida. Na base da
pressão, o Nacional conseguiu fazer dois gols e teve a chance de virar o jogo,
porém os jogadores nacionalinos se afobavam na hora de concluir ou de dar o
passe para o gol. Muitos jogadores tentavam resolver sozinhos, em vez de passar
a bola para um companheiro mais bem posicionado. Além disso, o último passe
sempre saía defeituoso, assim como as finalizações.
Uma coisa
que ficou bem evidente para o torcedor nacionalino foi a falta de criatividade
do meio de campo do Nacional. Chapinha, que foi contratado para ser o cérebro
do time, ainda não se encontrou, deixando o torcedor com saudades de Danilo
Rios, o maestro do Nacional em 2013. A zaga também tem se mostrado vulnerável
na bola parada, falhando na marcação dos jogadores que vêm de trás e entram
livres em condição de marcar. Além disso, o time falha muito nas finalizações,
não conseguindo aproveitar as chances que cria.
Para fazer
uma boa campanha na Copa do Brasil, que começa na semana que vem, o Nacional
terá que melhorar estes fundamentos e encontrar uma opção para o apagado
Chapinha. E com a longa viagem para o sul do país, o Nacional não terá tempo de
treinar para corrigir estas falhas.
No
Amazonense, o Nacional terá que melhorar muito se quiser evitar o título do
Fast ou do Princesa, que parecem estar em melhores condições técnicas que o
Leão da Vila.
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